Sinprosasco marca presença em Ato do 1° de Maio em SP

Sinprosasco marca presença em Ato do 1° de Maio em SP

Milhares de trabalhadores e trabalhadoras foram às ruas do país neste domingo (1º) protestar contra o desemprego, a fome, a miséria, a inflação e o arrocho salarial.

Salomão de Castro, presidente do Sinprosasco, esteve presente no ato por “Emprego, Direitos, Democracia e Vida”, em São Paulo, na Praça Charles Miller, Pacaembu, zona oeste da capital paulista, junto a outros sindicalistas e políticos, que defenderam a unidade sindical, pediram “Fora, Bolsonaro” e apoiaram a pré-candidatura do ex-presidente

O pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT), presente ao ato, declarou apoio à luta dos trabalhadores e trabalhadores e defendeu os direitos de organização sindical atacados pelo governo ilegítimo de Michel Temer (MDB-SP) e aprofundados por Bolsonaro que a todo custo quer acabar com todo e qualquer direito trabalhista.

Salomão de Castro com os filhos, no Ato do dia 1° de Maio, no Pacaembu

“O atual governo não negocia com os trabalhadores organizados. Aliás, ele luta para desorganizar e, com isso as grandes empresas estão aumentando suas margens de lucro não às custas de tecnologia e produtividade, mas às custas do salário que vem diminuindo e isso não é bom”, afirmou.

Lula (PT), à presidência da República para resgatar direitos, para levar o país novamente rumo ao desenvolvimento econômico com justiça social e distribuição de renda, emprego decente e políticas públicas que melhorem a vida do povo.

Ao começar a falar, Lula teve a dignidade e a humildade de sempre, de pedir desculpas aos policiais por ter dito que o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), não gostava de gente, só de policiais, ao reconhecer que errou ao dizer isso ao invés de falar em milícias.

“Bolsonaro só gosta de milícias e eu peço desculpas aos policiais, que muitas vezes cometem erros, mas salvam muita gente do povo trabalhador e eles são trabalhadores como os demais desse país”.

Lula também falou sobre a decisão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) que considerou o ex-juiz Sergio Moro parcial nos julgamentos contra ele. Disse que o  relatório da ONU, em suas palavras, reconheceu que ele foi vítima de “sacanagem”, e é preciso que o governo peça desculpas a ele para reestabelecer a verdade no país.

Com informações de Redação CUT

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