Professores do Ensino Superior rejeitam contraproposta patronal e deflagram greve a partir de 2 de junho
Em assembleia realizada nesta segunda, 26 de maio, Professoras e Professores do Ensino Superior, representados pelo SINPROSASCO, rejeitaram por unanimidade a contraproposta das mantenedoras das instituições privadas. As empresas insistem em desrespeitar direitos históricos da categoria e querem precarizar as condições de trabalho. Diante da intransigência patronal, a categoria aprovou a deflagração de greve geral, a partir de 2 de junho, em um movimento unificado em todo o Estado de São Paulo.
PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES
- Reposição integral da inflação e aumento real para recuperar o poder de compra;
- Manutenção de todas as cláusulas sociais da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), incluindo benefícios e garantias conquistados historicamente;
- Respeito às condições dignas de trabalho e fim da desvalorização profissional.
CONFIRA COMO FOI A VOTAÇÃO DA ASSEMBLEIA



PRÓXIMOS PASSOS
- 26 de maio: comunicação oficial ao Semesp (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior) sobre o início da greve, conforme a Lei nº 7.783/89;
- 28 de maio: convocação do Semesp para mesa de negociação;
- 29 de maio (15 horas): assembleia estadual remota para avaliar respostas das instituições e deliberar sobre a continuidade da mobilização. Clique aqui e inscreva-se pelo aplicativo ZOOM!
“Os Professores não aceitam as tentativas de retrocessos que afetam diretamente a qualidade do Ensino Superior. Enquanto as mantenedoras priorizam lucros, nós defendemos a dignidade docente e o futuro da Educação. A greve, que segue todos os trâmites legais, é uma resposta à proposta patronal considerada ‘humilhante’ pela categoria”, comenta Salomão de Castro Farias, presidente do SINPROSASCO.
A greve é um direito! A vitória é de quem luta!



