Inquérito de Covid-19 em São Paulo ajudará a definir volta às aulas presenciais
Por Mônica Bergamo/Folha de São Paulo
A Prefeitura de São Paulo finaliza nesta semana novo estudo sorológico sobre a prevalência do novo coronavírus na cidade —ou seja, para saber o percentual de pessoas que já foram infectadas, ainda que não tenham desenvolvido a doença.
Os resultados vão orientar o prefeito Bruno Covas (PSDB-SP) sobre medidas como a volta às aulas —se ela será remota ou presencial.

Caso o percentual de infectados do estudo seja alto, maiores serão as chances de volta às salas de aula.
Segundo especialistas que acompanharam a discussão sobre o tema em 2020, dois fatos jogam a favor de uma espera maior pelo retorno presencial: a proximidade do começo de uma campanha de vacinação, que reforçará o discurso dos que defendem uma espera maior antes da reabertura das classes —e a distribuição de 465 mil iPads para os alunos, que facilitará o acesso a aulas remotas.


O Estado de São Paulo não deve voltar as aulas presenciais em 1° de fevereiro. Melgor esperar para voltar com mais segurança, até porque tem muitos professores são do grupo de risco e isso precisa ser levado em conta. As crianças correm para abraçar e beijar os professores, além de espirrarem de qualquer jeito, digo, sem o cuidado devido.
Obrigada pelo seu retorno Vanderléa! Sim, o Sindicato luta para que as aulas presenciais retornem só quando todos estiverem em segurança.
Faltam apenas 10 dias e nada de uma decisão… Querem nos matar!!
Volta às aulas só com vacinação para todos.Há coisas importantes,como a educação mas sem vida nada existe.Poderíamos ter milhões de vacinas aplicadas se o governo genocida se importasse minimamente com a vida dos brasileiros.NÃO À VOLTA ÀS AULAS SEM VACINA!!