Faculdade Metodista não se emenda; docentes seguem mobilizados

Faculdade Metodista não se emenda; docentes seguem mobilizados

Greve na unidade de Itapeva; no ABC, assembleia ocorreu na quarta, 20/01.

Esgotadas todas as formas de discussão com a direção da unidade do Instituto Metodista de Ensino Superior em Itapeva, São Paulo, as professoras e professores iniciaram o o ano em 2020 em greve, decidida em assembleia geral no dia 20 de janeiro.

Em carta aberta distribuída aos pais, alunos e funcionários, o Sinpro Sorocaba elenca os motivos –  todos sérios – que motivaram a paralisação:Pagamento do salário de dezembro de 2019, nos termos doart. 459 da CLT

– Pagamento do décimo terceiro salário de 2019, nos termos da Lei 4.749/1965;

– Pagamento das férias de 2019, acrescidas de 1/3, nos termos do art. 129/ss e 137 da CLT;

– Regularização dos vales-alimentação atrasados desde 2018, nos termos da cláusula 14 da CCT 2018/2019;

– Recolhimentos do FGTS, nos termos da Lei 8.036/1990;

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A agonia dos sindicatos

“Lembramos que houve tentativa de negociação pelo conjunto de entidades sindicais do Brasil e que o caso também está ocorrendo em outras unidades do Instituto Metodista, portanto, as irregularidades vêm sendo acometidas pela instituição de ensino de forma reiterada e generalizada no estado e no país”, diz o comunicado (leia na integra aqui).

Apoio – A diretoria executiva da Fepesp, em nome dos 25 sindicatos integrantes da Federação, deliberou por manifestar completo apoio ao movimento das professoras e professores da Metodista de Itapeva, em solidariedade ativa à mobilização coordenada pelo Sinpro Sorocaba

ABC – Como diz o comunicado, as irregularidades da Metodista não se limitam a Itapeva.

Nesta terça-feira, 21/01, os docentes da unidade da Metodista se reuniram na sede do Sinpro ABC – Sindicato dos Professores do ABC. Com presença expressiva, definiram a próxima quarta-feira, dia 29, como a data para assembleia da categoria. O local será na Câmara Municipal.

Saiba mais aqui.

A presidente do Sinpro ABC, Edilene Arjoni, foi enfática em dizer que “nova paralisação das atividades não será descartada caso a rede Metodista mantenha a falta de respeito com os docentes, não pagando os salários corretamente”.

Fonte: Fepesp

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