EDUCAÇÃO BÁSICA | Assembleia define pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2024
Foi realizada no dia 24 de fevereiro de 2024, na sede do SINPROSASCO, a assembleia que reuniu professores e professoras que atuam na Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio para deliberar sobre a pauta de reivindicações da campanha salarial 2024. A assembleia teve a participação de professores e professoras de diversas escolas da base territorial e o espaço de discussão foi muito rico para a mobilização da categoria.

Após debates e análises sobre a realidade enfrentada pelos professores e professoras no chão de escola, foram definidos os pontos cruciais que irão compor a pauta de reivindicações. Entre as reivindicações levantadas, a questão do reajuste salarial ocupou um lugar de destaque. A demanda da categoria é de um aumento real de 5%, refletindo o anseio por uma remuneração condizente com a importância da atividade docente.
Além disso, o reajuste da hora-atividade para 20% foi outra demanda importante, reconhecendo o tempo e esforço despendidos fora da sala de aula. A necessidade de uma cesta básica substancial de 24kg ou um Vale Alimentação de R$200 visa garantir a segurança alimentar dos profissionais. Para aqueles que atuam no Ensino Integral, foi levantada a necessidade de um Vale Refeição de R$33,00 por dia.
O aumento do piso salarial em 30%, de forma gradual, é também uma reivindicação estratégica para elevar o patamar salarial da categoria. A demanda por uma Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 24% reflete também o reconhecimento do empenho dos professores e professoras.

Outro ponto de destaque discutido pela assembleia foi a necessidade de tornar obrigatória a rescisão contratual no sindicato, uma medida que fortalece e protege os professores no momento da demissão. Além disso, na pauta de reivindicações foi incluída a demanda pelo pagamento mínimo de 1 hora aula para cada atividade diferenciada que os professores e professoras precisarem realizar, como provas e avaliações diferenciadas para alunos com laudos médicos.
A assembleia não se limitou apenas a definir as demandas, mas também traçou estratégias de luta coletiva. A escolha do mote “Não é só amor! É dignidade, respeito e salário!” sintetizou a necessidade de reconhecimento integral da profissão. A mobilização da categoria se mostrou fundamental, com planos de ações que incluem panfletagem, carros de som, uso das mídias sociais e a realização de encontros de professores para mobilização.
A ênfase na união, na força coletiva e envolvimento da comunidade foi reiterada, com a proposição de aulas públicas, mobilizações por local de trabalho e comemorações no mês dos trabalhadores. A determinação presente na assembleia refletia a consciência de que somente através da mobilização e união será possível alcançar os objetivos traçados.


Boa tarde , trabalho em CEI parceira e sou CLT, nossa carga horária e de 44 h semanal.
Pautada no ART da CLT 59
Pergunto ,nós da educação podemos?
PF me responda