Diretores do SINPROSASCO participam do protesto na Avenida Paulista contra anistia aos golpistas

Diretores do SINPROSASCO participam do protesto na Avenida Paulista contra anistia aos golpistas

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Atos no domingo (14) reuniram milhares de pessoas em diversas cidades do país em protesto ao Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pela Câmara Federal, que beneficia golpistas e até criminosos comuns

Neste domingo (14), a voz da democracia ecoou forte em todo o País. Milhares de cidadãos ocuparam as principais avenidas das capitais em um protesto unificado contra o chamado “PL da Dosimetria”, projeto aprovado pela Câmara Federal que, sob um pretexto técnico, busca reduzir penas de condenados por crimes graves, incluindo os envolvidos na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro. A mobilização, convocada pelas principais frentes populares, demonstrou o vigor da sociedade civil em repelir qualquer manobra que promova a impunidade e afronte à Justiça.

Em São Paulo, o epicentro do ato foi a icônica Avenida Paulista, em frente ao MASP. Junto a uma multidão plural, composta por artistas, políticos e cidadãos de todos os setores, marcaram presença os diretores do SINPROSASCO– Sindicato dos Professores de Osasco, Cotia, Barueri e Carapicuíba. A entidade, que historicamente luta pelos direitos da categoria e por valores democráticos, somou-se ao coro que exige o arquivamento da proposta. Para os educadores, a defesa do Estado Democrático de Direito é inseparável da luta por uma escola pública, livre e de qualidade, pois não há educação sem respeito às instituições.

A participação ativa da diretoria do SINPROSASCOneste momento crucial reforça o entendimento de que o sindicalismo docente tem um papel social ampliado. A entidade compreende que a estabilidade democrática é alicerce fundamental para a conquista e manutenção de direitos trabalhistas e para a construção de um projeto pedagógico emancipador. Ao levar suas bandeiras para a Paulista, o sindicato reafirma que a categoria não se cala diante de ameaças à soberania popular. O recado das ruas foi claro: a sociedade brasileira não aceita a revisão de penas de criminosos que atentaram contra a vontade das urnas. O SINPROSASCOseguirá vigilante, dentro e fora das escolas, na linha de frente pela memória, verdade e justiça.

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