Campanha Salarial do Ensino Superior | Proposta patronal ameaça direitos históricos dos Professores

Campanha Salarial do Ensino Superior | Proposta patronal ameaça direitos históricos dos Professores

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A Campanha Salarial deste ano começou com um alerta aos Professores do Ensino Superior. Nas primeiras rodadas de negociação entre a Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo) e o sindicato patronal, a proposta apresentada pelo empregador não trata apenas de reajuste salarial. O documento inclui mudanças em cláusulas importantes da convenção coletiva que podem afetar direitos conquistados ao longo de décadas. Entre os pontos estão alterações nas regras de bolsas de estudo, na assistência médico-hospitalar e em outras garantias previstas no acordo.

O QUE PODE MUDAR NA CONVENÇÃO COLETIVA

Esses direitos não surgiram por acaso. Foram conquistados com mobilização e luta da categoria, e hoje fazem parte das condições mínimas de trabalho no Ensino Superior privado. A proposta patronal prevê, concretamente, mudanças nas regras de bolsas de estudo para Professores e dependentes, alterações nas condições de assistência médico-hospitalar e auxílio saúde, além de revisão de cláusulas que tratam da jornada e das condições de trabalho docente. Qualquer retrocesso nesses pontos representa um golpe na qualidade de vida e na dignidade profissional.

O QUE DEFENDEM OS PROFESSORES

Diante desse cenário, a categoria se organiza em defesa de seus direitos. O SINPROSASCO já definiu sua posição: nenhum direito a menos e valorização já. Na mesa de negociação, os Professores reivindicam:

  • reposição da inflação;
  • aumento real de salários;
  • hora-atividade de 10%;
  • PLR de 18%;
  • manutenção integral dos direitos da Convenção Coletiva.

FALA DO PRESIDENTE SALOMÃO

O presidente Salomão de Castro Farias, faz um apelo à unidade da categoria:

“Não vamos aceitar retrocessos. Nossa história de luta nos trouxe até aqui, e não será uma proposta que desconsidera nossa trajetória que vai nos fazer recuar. Nenhum direito a menos. Valorização já. É isso que defendemos e vamos continuar defendendo em cada rodada de negociação”, afirma.

Valorizar quem ensina é defender a qualidade da Educação!

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