Professores do SESI rejeitam contraproposta patronal e aprovam estado de greve em assembleia unificada
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Docentes decidem por mobilização intensa após 71% dos votos serem contrários ao acordo patronal
Em assembleia virtual realizada na noite da última quinta, 26 de março, os Professores da rede SESI decidiram rejeitar a contraproposta apresentada pelos gestores para o Acordo Coletivo de Trabalho da data-base de 1º de março de 2026. Com ampla participação da categoria, o resultado das deliberações definiu estado de greve e mostrou o seguinte cenário:
- 71% dos participantes optaram pela não aceitação da proposta patronal;
- enquanto apenas 21% se posicionaram favoravelmente;
- e 8% se abstiveram.
A ampla rejeição reflete o descontentamento com os termos econômicos apresentados e abre caminho para uma nova fase de mobilização da categoria.
PACOTE DE MOBILIZAÇÃO É APROVADO
Diante da negativa patronal em atender as pautas reivindicadas pelos trabalhadores, os Docentes também aprovaram, com 87% de votos favoráveis, um amplo pacote de mobilização e luta. Apenas 6% votaram contra e 7% se abstiveram. O plano aprovado prevê ações coordenadas que incluem:
- panfletagem nas portas das unidades;
- visitas às escolas para diálogo direto com a comunidade escolar;
- e o uso estratégico das mídias locais para informar a sociedade sobre as reivindicações da categoria.
A pauta mínima estabelecida pelos Professores é o reajuste salarial de 5%, percentual fundamental para a manutenção do poder de compra e o reconhecimento da valorização profissional.
ESTADO DE GREVE E ASSEMBLEIA PERMANENTE
Como principal encaminhamento deliberado na noite de quinta, a categoria declarou estado de greve, mantendo a assembleia em caráter permanente. Essa decisão coloca os trabalhadores em constante estado de alerta, permitindo que uma possível deflagração de paralisação seja decidida de forma rápida e organizada, conforme a evolução das negociações e a resposta patronal.
O SINPROSASCO reforça que o momento é de unidade e vigilância, convocando todos os Professores a se manterem mobilizados e atentos às próximas convocações. A diretoria seguirá acompanhando de perto as negociações e reforça: nenhum direito será conquistado sem a força coletiva da categoria.


